Saiu uma matéria super interessante, à alguns dias, sobre Economia Colaborativa.

Link da matéria

Trata, resumidamente, sobre a reflexão de algumas problemáticas que essa nova prática econômica vem enfrentando e, que para ter êxito, seriam necessárias mudanças organizacionais muito importantes.

A matéria discute algumas questões como: “emprego tradicional” (e direitos garantidos) versus “prestador de serviços autônomo” (que a matéria analisa muito bem: “prestadores que se submetem às regras de plataformas de serviços sem uma rede de proteção social”). Analisa também que, nessa nova economia, os negócios que se enquadram no modelo impulsionado pelo lucro (turma Uber e Airbnb) já representam empresas de valores bilionários, enquanto o modelo orientado por uma missão social (projetos de impacto baseados no conceito da economia compartilhada) encontram grandes dificuldades em se manterem vivos. Enfim, de maneira geral, traz à tona debates que nos faz refletir sobre quais caminhos seguir e como.

Uma notícia super boa é que, o Brasil é, de longe, o país latino-americano com mais iniciativas de economia colaborativa, 32% dos negócios estão aqui. Porém, como bem analisa o professor Ronaldo Lemos: “O Brasil é um ótimo consumidor de novidades e um péssimo produtor delas. Nesse sentido, como consumidores, não tenho dúvidas de que haverá cada vez mais serviços novos disponíveis para os brasileiros. No entanto, o país deveria se concentrar no esforço de se tornar produtor”.

Toda mudança é resultado de um longo processo, e nossa caminhada só começou.

Vale super a leitura!

JCB