O lixo espacial representa uma ameaça séria. Ele consiste em objetos artificiais abandonados que se encontram em órbita ao redor da Terra e que não desempenham mais uma função útil, desde ferramentas deixadas por astronautas em suas viagens até estágios de foguetes e outros equipamentos desativados.

Além de se chocarem com satélites ativos e naves espaciais, os detritos representam também um perigo para quem está aqui na superfície do planeta. Segundo a Nasa, por ano, aproximadamente 200 deles reentram na atmosfera e caem, em sua maioria, nos oceanos, que já sofrem com a poluição de grandes empresas.

Torna-se urgente a necessidade de uma missão que remova o lixo espacial e surge a RemoveDebris, projeto que pretende reduzir – ou até mesmo eliminar – tais componentes da atmosfera. A iniciativa é da Comissão Europeia, instituição representante dos interesses da União homônima, e direcionada pelo Surrey Space Centre, instituto de pesquisa científica da Inglaterra. A proposta é de lançar um satélite inteligente que consegue direcionar o lixo para fora da órbita, por meio de redes e arpões. A missão é de baixo custo e fará suas primeiras demonstrações em 2018.

Desde 1957, com o lançamento do Sputnik pela União Soviética, cerca de 4 mil satélites foram lançados na órbita do nosso planeta, muitos deles atualmente desativados, também de acordo com a agência espacial norte americana. Hoje, ao todo, sėo mais de 500 mil detritos de tamanhos variados, chegando a pesar 7,5 mil toneladas.

A nova tecnologia representa um ótimo caminho para diminuir a poluição nos oceanos!

 

Notícia retirada do Portal The Greenest Post