O uso de bicicletas e triciclos para a entrega de mercadorias e prestação de serviços, vem crescendo muito na Europa e nos Estados Unidos, em sua maioria por questões ambientais e frequentemente com suporte de políticas publicas. No Rio de Janeiro e no Brasil, a entrega de mercadorias por bicicletas cargueiras já é uma prática que próspera, com milhares de entregas realizadas diariamente, sem incentivos públicos ou preferência do consumidor por práticas amigáveis ao meio ambiente, acontece pela praticidade e eficiência, especialmente no chamado último quilometro da logística, em bairros de maior densidade populacional.

Para esclarecer isso, em 2011 a Transporte Ativo realizou uma pesquisa no bairro carioca de Copacabana, para identificar o volume de entregas por bicicletas que ocorre no bairro. Esta pesquisa apresentou números surpreendentes, com dados que propiciam informações suficientes para se levantar os benefícios deste tipo de entregas para a cidade, o trânsito e o meio ambiente. Esta pesquisa nos rendeu o Cycling Visionary Award em Viena, durante o Velo-City 2013. Conheça o conteúdo da pesquisa clicando aqui.

Em 2015, realizamos nova rodada, desta vez em nove bairros cariocas, para ver como este tipo de serviço se comporta em bairros com diferentes características. Confira o resultado da segunda pesquisa, que contou com apoio do ITDP Brasil, clicando aqui.

Veja o documento que foi apresentado no 18º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito, clicando no link a seguir: Os Benefícios dos Veículos de Carga à Propulsão Humana

O poster que foi apresentado no 97th Annual Meeting – Transportation Research Board , em janeiro de 2017 em Washington DC, onde foi possível mostrar essa modalidade para um público em geral voltado para os transportes motorizados: Clean, Silent, Space-Efficient and Non-Trivial Urban Freight Delivery: An Overview of Cycle Logistics in Rio de Janeiro

E o documento sobre o tema que foi apresentado na International Cycling Conference 2017 que aconteceu em Mannhein na Alemanha no mês de setembro de 2017.

 

Fonte: http://transporteativo.org.br/ta/?page_id=10300